domingo, agosto 23, 2009




- Por que não nos matamos quando chove fino, pirracento, quando chove assim pedaços de cinza encobrindo o sol, quando chove domingo sem horizontes, dentro e fora de nós?
- É simples - dirá você, às gargalhadas.
- Se é simples, diga-me logo, please.
Então você responde, dentro de si cada vez mais.
- Não nos matamos.
Ponto final.

Paulistânias II

1 Você deve esquecer que dormiu mal, que dorme mal há semanas, desde que se mudou pra cá. Esse negócio de deixar o negativo de lado (qui...